A pressão do 666, preparam implante em massa
Enviada por John Artur
Chip para implantes pode causar câncer, diz estudo
11 de setembro de 2007 * 13h44 * atualizado às 15h54
Chip tem tamanho aproximado de um grão de arroz e fica sob a pele
25 de julho de 2006
Foto: Divulgação
As ações da Applied Digital Solutions e de sua subsidiária de capital aberto
VeriChip, que produz um chip de identificação pessoal para implante, caíram
acentuadamente na segunda-feira, com a reação dos investidores a uma
reportagem veiculada no fim de semana segundo a qual o pequeno aparelho de
rádio está associado ao câncer.
» BH: pit bulls recebem chip de identificação
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A reportagem, da agência de notícias Associated Press, sugeria que a
VeriChip e autoridades regulatórias federais norte-americanas haviam
ignorado ou desconsiderado os estudos com animais que suscitam dúvidas
quanto à possibilidade de que o chip, ou o processo usado para implantá-lo,
tenha causado câncer em cachorros e ratos de laboratório.
A VeriChip alegou que não estava informada sobre os estudos mencionados na
reportagem, de acordo com o artigo, mas tanto a empresa quanto agências
federais de fiscalização norte-americanas afirmaram, na segunda-feira, que
dados sobre testes com animais haviam sido considerados durante o
processamento do pedido de licença para aplicação humana do implante.
Segundo essas fontes, não existiam estudos cientificamente controlados
vinculando os chips à incidência de câncer em cachorros ou gatos, e ratos de
laboratório são mais suscetíveis do que seres humanos e outros tipos de
animais a desenvolver tumores, em função de injeções de qualquer tipo.
"No momento, não parece haver causa confiável de preocupação", disse Karen
Riley, porta-voz da Food and Drug Administration (FDA), a agência federal
norte-americana que regulamenta e fiscaliza alimentos e remédios).
Além de causar queda nas ações das duas empresas, a reportagem criou
preocupações entre veterinários e operadores de abrigos de animais, já que
os proprietários de animais de estimação podem começar a resistir à prática
cada vez mais freqüente de implantar chips desse tipo em seus animais, para
facilitar localizá-los caso se percam. A maior parte dos animais que se
perdem ou escapam e não são localizados pelos proprietários terminam
sacrificados.
"Se os chips causam câncer de qualquer tipo, a ocorrência é muito rara
comparada à possibilidade de que um animal de estimação se perca", disse o
Dr. Lawrence McGill, patologista veterinário do Animal Reference Pathology,
um laboratório veterinário de Salt Lake City.
O aparelho de identificação via rádio que leva o nome da VeriChip é um chip
revestido de vidro, do tamanho de um grão de arroz. O aparelho porta um
número codificado e é injetado no antebraço dos usuários. Nas aplicações
hospitalares, o chip fica vinculado a fichas médicas arquivadas em hospitais
ou no consultório do clínico que atenda o paciente. Um transmissor de baixa
potência que é parte do chip transmite o número de identificação quanto
questionado a curta distância por um leitor da VeriChip.
A empresa já demonstrou a capacidade de conectar esse mesmo chip a outros
bancos de dados. Por exemplo, casas noturnas começaram a utilizá-los para
permitir a entrada de usuários regulares, e a polícia mexicana o emprega
para controlar o acesso às suas instalações de alta segurança.
Todas as potenciais aplicações atraíram forte oposição dos defensores da
privacidade, que afirmaram que implantar os chips em seres humanos constitui
forma muito abusiva de uso da tecnologia de identificação por
rádio-freqüência, ou RFID.
Katherine Albrecht, que há muito tempo critica a VeriChip e o sistema RFID,
contactou a Associated Press há alguns meses e lhes ofereceu parte dos
estudos em que o artigo do final de semana foi baseado. Ela afirmou, em
e-mail a seus colegas ativistas, na segunda-feira, que "publicidade negativa
como essa é o começo do fim para a VeriChip e seus planos de equipar-nos
todos com chips, como se fôssemos embalagens de carne identificadas por
código de barra".
The New York Times
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1898526-EI298,00.html
Apesar das contra indicações empresas em todo o mundo estão desenvolvendo projetos nesta área para marcar toda a humanidade com o chip biometrico, inaugurando uma nova era na humanidade.
Eles acham que esta nova era produzirá uma mutação, uma nova raça humana.
Apocalipse nos alerta que estes implantes estão ligados ao governo mundial, ao PROJETO 666.
Publicado por Lamech144
Data da publicação: 16/05/2010
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