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BESTA, VERY CHIP, ANTICRISTO


O avanço do projeto 666 é real


Enviada por John Artur

O chip implantado na pele vem aí.
27, junho, 2007
Se existe uma coisa que chama atenção das pessoas quando o assunto é
Profecia. Estudiosos e céticos têm tentado por anos decifrar o enigma
proposto no último livro da Bíblia. Uma interpretação comum em muitas
denominações é a de que o número (colocado na mão ou na testa) seria um chip
capaz de armazenar informações pessoais, e viria a substituir todo tipo de
documento, cartão bancário e etc...
Bem durante muito tempo; até meados dos anos 80 mais ou menos; mesmo que o
cumprimento da profecia seja realmente este (um chip implantado em cada
cidadão), não havia tecnologia no mundo capaz de tornar algo assim possível.
No entanto, hoje uma notícia como a abaixo não causa nenhum espanto e abre a
possibilidade de um cumprimento profético nesse sentido...
EUA estudam implantar microchip com dados médicos em pacientes



Um grupo de cientistas estuda a possibilidade de armazenar dados médicos em
microchips que seriam implantados na pele dos pacientes, segundo a
Associação Médica Americana (American Medical Association).
Os microchips , do tamanho de um grão de
arroz e
inseridos por uma agulha, poderiam dar aos médicos todas as informações
necessárias sobre pacientes que sofrem de enfermidades crônicas em casos de
urgência, explicou o comunicado elaborado pelo comitê de ética da
Associação.
Introduzir esses aparatos poderia "melhorar a coordenação e a continuidade
dos cuidados" e permitiria "a redução dos riscos [...] de erros médicos",
destacou o informe.
As "etiquetas inteligentes", que funcionam segundo o procedimento
tecnológico da identificação por radiofreqüência, já são utilizadas fora do
mundo da medicina por distribuidores para acelerarem os processos de entrega
de produtos de consumo.
Mas o procedimento não estaria isento de riscos. O sistema, que pode
melhorar "a segurança e a eficácia" dos tratamentos, também pode apresentar
riscos físicos e pôr em perigo o regime confidencial da relação com os
pacientes, alerta a associação.
Os chips são fabricados de forma a se manterem em um determinado local, mas,
devido ao seu tamanho demasiadamente pequeno, poderiam se deslocar no
interior do corpo humano.
Outra desvantagem possível é o fato de poderem provocar interferências em
aparelhos elétricos, como desfibriladores. Ainda não se sabe qual seria o
impacto dos chips sobre medicamentos prescritos.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u307625.shtml



Publicado por Lamech144

Data da publicação: 16/05/2010

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